2 meses com o mesmo esmalte? Saiba tudo sobre a esmaltação permanente da Kiss New York!

Hoje eu finalmente vim falar do assunto que mais me perguntam: minhas unhas!

Desde criança eu sempre quis ter unhas compridas e bonitas. Ficava admirada em ver as recepcionistas dos hospitais digitando no teclado com aquelas unhas maravilhosas e desde muito cedo eu coloquei na minha cabeça que eu também teria unhas assim. É engraçado que isso realmente se tornou importante dentro de mim e que eu nunca nem cogitei a ideia de roer minhas unhas igual a maioria das outras pessoas.

Na adolescência eu aprendi a fazer minha própria unha e com isso, acabava trocando de esmalte toda hora. Ao longo dos anos fui percebendo que esse contato contínuo com o esmalte e com a acetona não estava fazendo bem para a saúde das minhas unhas e nem para a minha respiração (tenho asma, rinite alérgica e sinusite).

Foi quando nos primeiros anos da faculdade, por indicação da minha mãe, eu conheci o stand da Kiss New York no São Bernardo Plaza Shopping. A marca trazia algo inovador para o mercado: uma esmaltação de gel permanente que não saia com acetona, não riscava, não borrava, não descascava e não perdia o brilho. WHAT?

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Curiosa que sou, fui conferir com os meus próprios olhos, ou melhor, com as minhas próprias unhas. Lembro que quando fiz minha primeira esmaltação achei que mesmo a esmaltação durando por muitos dias, eu não iria aguentar ficar com ela por muito tempo pois iria enjoar da cor (afinal antes eu trocava a cor do esmalte quando me desse na telha né?). Pois eu estava muito enganada, eu super me acostumei com o fato de ficar com a cor de esmalte por mais tempo. Fazer a unha com menos frequência ajudou muito a recuperar a saúde das minhas unhas e a nunca mais ter entrado em contato com a acetona, amém.

Desde então eu só faço minhas unhas lá e isso já faz uns quatro anos! Como mesmo depois de alguns anos o procedimento ainda não é tão comum por aí, resolvi fazer esse post explicando melhor sobre a esmaltação de gel permanente.

Os fatores que mais ganharam meu coração foi sem dúvida a durabilidade e a qualidade do serviço. A esmaltação realmente cumpre o que é prometido e até um pouco mais: eu chego a ficar até dois meses com o esmalte completamente perfeito!

Lá na página do blog, fiz o acompanhamento em tempo real da esmaltação que realizei em Agosto.

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Notem que mesmo depois de tantos dias a esmaltação em si continua perfeita: sem descascar, sem riscos e COM BRILHO! A parte sem esmalte é exatamente o que já cresceu da minha unha desde o dia em que fiz a esmaltação.

Como deu para perceber a esmaltação dura muito tempo SIM!!! O tempo da manutenção vai depender muito do crescimento e da saúde da sua unha. Mesmo a minha unha crescendo sempre muito rápido, eu acabo fazendo a manutenção com no mínimo um mês mas isso é algo muito particular, pois muita gente não gosta de deixar a unha comprida.

Vale lembrar que as unhas são todas minhas e que nenhuma delas são postiças. Mas lá na loja também é possível colocar o alongamento em gel: ele é uma ótima alternativa para quem está com as unhas fracas e quebradiças, ou para quem está querendo parar de roer as unhas definitivamente. Ao longo desses anos conheci muitas meninas que pararam de roer suas unhas motivadas pela esmaltação permanente e que conseguiram recuperar a saúde das suas unhas.

O PROCEDIMENTO:

 

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A esmaltação anterior durou 2 meses!

  1. A primeira coisa a ser feita é cortar o comprimento da unha.
  2. Se a pessoa já está com a esmaltação permanente, para retira-la suas unhas são embrulhadas com um removedor específico de esmaltação permanente e com o papel alumínio. Elas permanecem assim por alguns minutos até o esmalte ir amolecendo e craquelando.IMG_9290
  3. Com o esmalte já craquelado e com a ajuda de uma espátula o esmalte é removido.
  4. Após isso a sua unha é polida e lixada no comprimento desejado.
  5. As cutículas são removidas com o auxílio do micromotor de podologia, que substitui com sucesso o alicate e evita infecções e machucados (viu miga, tu nunca mais vai ter nenhum bife retirado da sua mão!). O micromotor ajuda a descolar toda a cutícula que cresce junto com a unha para ela não ficar pegando no esmalte.IMG_9291
  6. É passado um primer em todas as suas unhas. Ele é anti-fungo, anti-bactericida e ajuda a proteger as suas unhas na hora de receber a esmaltação.
  7. Agora é a famosa hora de você finalmente escolher que cor vai passar, mana! A paleta da loja tem grandes variações de cor, claro que ainda não é igual as tantas opções que temos nos esmaltes comuns mas já adianto que possui até esmaltes com glitter!!! (aliás, aproveito o momento para pedir que voltem com o esmalte turquesa, saudades hahahaha)IMG_9268
  8. Após passar duas camadas do esmalte, você coloca suas unhas por alguns minutos em uma cabine de luz UV para a secagem do esmalte. Essa é uma das minhas partes preferidas pois as unhas secam completamente e você não corre o risco de borrá-las quando vai pegar a carteira dentro da bolsa ( #traumas de quando eu passava esmalte comum)IMG_9292
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Um agradecimento especial para essa girl maravilhosa: Jéssica, gratidão por você sempre pirar comigo nas invenções de francesinha, e principalmente, meu muito obrigada por todos esses anos de amizade! ❤

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Preços

  • Esmaltação: 50,00
  • Alongamento: 145,00
  • Manutenção do alongamento: 75,00

Sei que de primeira o preço pode parecer alto mas colocando na ponta do lápis a durabilidade e qualidade, o custo benefício super vale a pena!

Onde encontrar:


Espero que vocês tenham gostado do post e que eu tenha conseguido esclarecer um pouco das suas dúvidas sobre o procedimento. Me contem aqui nos comentários se você já fez esse tipo de esmaltação, se tem vontade, se ainda tem dúvidas… quero muito saber!!! E quem for fazer a esmaltação ou for conhecer as lojas, não esquece de avisar que ficou sabendo aqui pelo blog!!!

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beeijos,

Mari Hessel
@instagiaria

#nãoépubli
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Trabalhei no Rock in Rio, bebê!

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Sabe quando você vivencia algo muito incrível e fica com a sensação que em algum momento você vai acordar daquele sonho? O final de semana passado foi assim pra mim e até agora é difícil cair a ficha que aquilo tudo realmente aconteceu comigo.

Como mencionei no post sobre o Amazonia Live, a ONG em que eu trabalho faz parte do projeto de restauração florestal que o Rock in Rio desenvolveu e foi convidada para exibir durante o festival o filme “Fogo na Floresta” que foi gravado em realidade virtual no Xingu e retrata as dificuldades cotidianas dos índios Waurá com a aceleração do fogo no entorno do Parque Indígena do Xingu (PIX).

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Como muitos de vocês sabem eu acredito muito em destino, que você deve entregar as coisas na mão do universo e que se for para o seu bem, ele fará com que as coisas aconteçam. A minha vida inteira sempre foi assim e cada vez mais eu tenho certeza disso. Digo isso tudo porque eu não estava escalada para trabalhar no #RiR, pois nossa equipe no instituto é bem grande e como é inviável levar todos os funcionários foram divididas duas equipes para trabalhar no festival. Faltando alguns dias para o início do festival foi decidido que precisavam de mais uma pessoa na equipe do último final de semana: Pode entrar, Mariana Hessel!

Como recentemente já havia passado mal de ansiedade com o ensaio do “Projeto Eu, gorda” eu comecei a controlar meu nervosismo desde que soube da notícia então decidi não contar pra ninguém pois quanto mais pessoas ficassem sabendo com antecedência, mais ansiosa eu ia ficar e eu num podia ter um treco lá né, bebê?

Guardar segredo da viagem foi bem essencial para aguentar meu nervosismo, só fui ficar ansiosa mesmo na sexta feira antecedente da viagem, principalmente porque só via notícias terríveis sobre os tiroteios no Rio de Janeiro e isso foi me deixando bem tensa pois essa foi minha primeira viagem sozinha, 100% alone no avião e minha mãe não ia poder nem me levar no aeroporto. Conclusão? Não dormi hahaha Agendei o táxi para 4h20, cheguei plena e nervouser em Congonhas às 4h50. Sabe que horas era o meu voô? SETE E VINTE CINCO. Isso que é ansiedade, bebê! Mas eu amo chegar com antecedência quando estou ansiosa pois vou me acostumando com o ambiente e vou fazendo tudo com calma, dei rolê, comprei um livrinho infantil mara sobre a Amazônia…

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Foi tudo bem mais tranquilo do que eu imaginava, o vôo é tão rápido que nem consegui terminar o episódio de The Big Bang Theory 😦

O translado do aeroporto também foi super de boas, muita gente me disse pra não usar Uber no RJ mas eu sou bem escorpiana teimosa, usei e AMEI DEMAIS o atendimento dos motoristas.notrailer_rockinrio_2

Cheguei no apartamento umas 9h da manhã, fui tomar café da manhã com a minha chefe xará, e como já estava de maiô por baixo da roupa e com a bolsa da praia prontíssima, fui direto procurar a balsa que ia até a praia. Infelizmente a balsa é tão rápida que não consegui tirar foto mas preciso dizer que me senti muito na abertura de CSI Miami quando pisei nela e atravessei o rio HAHAHAHA.

Já cheguei na praia da Barra lançando moda. Sou daquelas que quando vai para uma cidade litorânea e para a praia TEM QUE IR NO MAR. O mar tava super bravo, puxando muito mas é claro que isso não é empecilho nenhum for me, né? Dei dois mergulhos de boa mas no terceiro a onda me fez dar uma cambalhota top e ralar meu cotovelo nas pedras e conchas. Desfecho? Um machucado topíssimo de lembranças da minha mãe Yemanjá ❤

Um pouco mais tarde o pessoal do meu trabalho, do Programa Xingu, chegou no quiosque para almoçarmos e aproveitar mais um pouquinho a praia.

Retornamos para o apartamento com um tempo bem curto mas nos arrumamos super rápido (bem the-fash mesmo), e conseguimos pegar a van para a Cidade do Rock. Como o meu turno só iniciava às 19h consegui dar uma volta pelo #RiR antes de começar a trampar mas É MUITO GRANDE AQUILO!!! Sério gente, é surreal a imensidão daquele lugar e o tanto de coisa que acontece ao mesmo tempo então se você quer uma dica da Tia Hessel é: vá com tempo e explore tudo o que puder ali, aproveite cada segundo! Foi isso o que eu fiz, mesmo tendo pouco tempo para dar rolê eu consegui ver praticamente tudo o que estava acontecendo e aproveitar cada momento do festival, mesmo estando lá para trabalhar!

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O stand do Amazonia Live estava localizado com uma visão privilegiada para o Palco Mundo, o palco principal do festival. Estavamos em duas organizações diferentes: o ISA, onde eu trabalho, e a Conservação Internacional (CI) exibindo dois filmes gravados em realidade virtual na Amazônia, levando o público do festival para conhecer mais de perto a realidade dos povos indígenas com os impactos ambientais e engajando todas essas pessoas a abraçar essa luta que envolve o futuro de todos nós.

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No primeiro dia o line up do palco mundo contava com Titãs, Incubus, The Who e Guns n’ Roses. Sinceramente acho que esse dia foi bem histórico porque o Axl simplesmente cantou 35 músicas e só o show do Guns durou cerca de 4 horas sem parar!!! Fiquei bem impressionada e assistimos tudo de camarote! Bem phynos!

Chegamos no apartamento cerca de seis da manhã, dormi por umas três horas e acordei plena para tomar banho, me arrumar, customizar a camiseta, me maquiar e tomar um café da manhã caprichado e pegar a van ao 12h para trabalhar no primeiro turno do domingo e conseguir ver meu Jared Leto de boas ❤

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Como chegamos lá mais cedo do que nossos turnos de trabalho e antes que os portões abrissem para o público geral, dava pra curtir um pouco mais, porém eu inventei que queria fazer tranças no meu hair. O evento contratou um salão de beleza do Rio de Janeiro para fazer o cabelo dos funcionários do evento. A única questão é que demorou bastante pois quem era “staff” ou da “equipe de apoio” passava na sua frente pois eles eram prioridade no evento então sempre quando chegava minha vez chegava umas 3 meninas de roxo e acabavam passando na minha frente, então isso acabou me atrasando (e me irritando também hahaha). Uma das meninas do apoio ficou com tanta dó de mim que me deu até um pin do Rock in Rio e eu quero muito agradecer ela mais uma vez por esse gesto por meio desse post ❤

Finalmente de tranças, eu tava pronta pra trampar! Fiquei na posição na qual chamamos de “encantadora” onde conversava com o público sobre o projeto e os filmes que estávamos exibindo em realidade virtual. Também ficava segurando a bandeira da Amazonia Live, erguida pela rainha Gisele Bündchen na abertura, e um totten onde a pessoa podia tirar foto com a #EuFuiProXingu ou #EuFuiPraAmazônia.

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Consegui emendar meu horário de pausa (1 hora) com o fim do meu turno e isso foi suficiente para eu conseguir aproveitar o restinho do domingo antes de começar os shows principais do Palco Mundo. Fui conhecer a outra parte que eu ainda não tinha conseguido ir então visitei a loja oficial, o palco Uber, a arena de games e tentei conhecer o Marcelo Hessel, mas não obtive sucesso em encontrá-lo por lá 😦

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Retornando ao palco mundo, durante o show do The Offspring eu tentei chegar até o meio da multidão mas sinceramente vi que não valia a pena ficar por ali pois quase não conseguia enxergar o telão pois os rapazes da minha frente eram muito altos, então voltei para o stand do Amazonia Live e fiquei lá até o fim do show do 30 seconds to mars, onde eu pude gritar, cantar e chorar à vontade HAHAHAHA.

Para quem não sabe, eu sou “aloka dos brindes” desde que nasci e fico muito feliz quando ganho um mimo. Sábado eu não liguei muito para brindes pois já tinha percebido que era impossível enfrentar as filas de brinde, curtir o festival e trabalhar no stand ao mesmo tempo então desencanei. Mas fiquei sabendo de um projeto de reciclagem da Heineken onde juntando 15 copos de chopp você trocava por um copo oficial da Heineken para levar pra casa. Nisso o pessoal MARAVILHOSO do meu trampo, se engajaram em conseguir o copo e juntavam todos os copos de chopp que eles bebiam para a gente trocar por um copo oficial da Heineken pra mim.

Quando me recuperei dos impactos causados por Jared Leto no meu pobre coração, fui contabilizar os copos para ver se já dava para trocar por um copo oficial. O placar era de 31 copos então iríamos conseguir DOIS COPOS OFICIAIS. Como a fila do stand da Heineken vivia cheia, aproveitei esse momento que todo mundo tava indo pro palco mundo para ir contra fluxo e pegar o stand mais vazio. No meio do trajeto eu fui conseguindo mais e mais copos descartáveis. O resultado foi que consegui 72 copos descartáveis e troquei eles por QUATRO COPOS OFICIAIS!!! Você quer determinação, @ ?

Com os tão desejados copos na mão eu estava ilhada do outro lado da Cidade do Rock e era impossível retornar ao stand tão cedo. Aproveitei o momento de solidão para comer uma Domino’s Pizza e fui surpreendida com o stand da Maloca Manaus ao lado de onde eu estava. Acabei me esquecendo de mencionar mas desde antes de saber que eu ia para o Rock In Rio, assisti alguns tours que alguns youtubers fizeram pela Cidade do Rock e vi que existia um stand sobre Manaus que estava fazendo pintura corporal e distribuindo alguns colares de sementes. Desde que pisei na Cidade do Rock fiquei determinada em encontrar esse stand mas não achava e todo mundo confundia ele com o da Amazonia Live, então chegou um momento que eu desisti de procurar e simplesmente joguei na mão do universo.

Pois então, bem no meu momento de isolamento eu encontrei o stand bem diante dos meus olhos. Quando entrei o pessoal já estava guardando as coisas e aí comecei a conversar com o pessoal da desmontagem dizendo que era uma pena eu ter descoberto o stand só no final do evento e que acabei perdendo a pintura corporal com jenipapo e o colar de sementes. Nisso o tatuador de Manaus, Afrânio, escutou e me deu o último colar de sementes que ele tinha consigo – minha gratidão por esse gesto Afrânio, estou usando esse colar com muito carinho e vou guardá-lo para sempre!

Saindo da “Maloca Manaus” decidi enfrentar a multidão e retornar pro stand do Amazonia Live. Dessa vez como eu estava indo para o mesmo sentido da multidão foi bem mais díficil porém cheguei à salvo no stand e portando os tão desejados copos oficiais da Heineken HAHAHAHA. O mais legal foi que como consegui quatro copos, todo mundo que colaborou juntando os copos descartáveis conseguiu levar um copo oficial pra casa!

Curtimos todos juntos o restante do show do Red Hot e assistimos a última queima de fogos do Rock In Rio, que é uma das coisas mais emocionantes que já presenciei na minha vida.

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esse réveillon quero assistir os fogos da Cidade do Rock de novo! #RockInRio rainha #Reveillon nadinha HAHAHA

Da última vez que fui pro Rio, em 2015 pra conhecer o Projac, fui atacada com uma chuva de fogos de artifício (Vasco X Botafogo) que atingiu até o meu pé (tem vídeo nosso fugindo dos fogos pela praia deixando todos os nossos pertences todos pra trás). Dessa vez parece que o jogo virou…

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Levo pra casa muito mais do que lembranças. Esse final de semana foi sem dúvidas uma das melhores experiências e oportunidades que já vivenciei na minha vida. A energia do Rio me fez um bem danado! Nitidamente eu voltei outra pessoa e todo mundo ao meu redor reparou e está me dizendo isso.

Minha gratidão por esse novo ciclo que se inicia na minha vida e MUITO OBRIGADA ISA por me permitir tantas coisas incríveis, obrigada a cada um de vocês que vivenciaram essa viagem ao meu lado: é uma honra imensa participar desse time! ❤

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eu acredito em um mundo melhor e faço a minha parte para protegê-lo. grandes mudanças começam com pequenas atitudes: dê o primeiro passo e abrace essa luta que é de todos nós! Respeitar a natureza é o mínimo que devíamos fazer e é muito triste ver nosso egoísmo impactar um dos nossos maiores tesouros.

Repense a comida que você desperdiça, a água potável que você jogou fora, o tanto de embalagem e lixo que você produz e acumula… sempre existem outras alternativas e quanto mais cedo a conscientização acontecer mais rápido a gente consegue recuperar os danos e garantir um FUTURO. 💜#AmazoniaLive

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ps: Quando eu digo que eu vou contar uma história eu conto tudo nos mínimos detalhes então esse post ficou realmente enorme pois é toda a minha memória desse final de semana incrível. Se você leu tudo e chegou até o final, comenta aqui embaixo! Estou super curiosa para saber se você leu, o que você achou, etc.

beeeijos,
Mari Hessel

 

 

Projeto fotográfico Eu, gorda

Como de costume, sete de setembro é a data em que celebramos a independência do país. Dessa vez a data foi um marco além na minha vida: celebrei também a minha independência como mulher, uma mulher gorda.

Neste feriado eu e mais seis meninas, de diferentes regiões de São Paulo, desembarcamos em Tremembé para sermos fotografadas sob o Olhar de Paulina. Milena Paulina, de 22 anos, é quem criou o projeto fotográfico “Eu, gorda” para retratar a beleza e poesia que enxergava em cada uma daquelas mulheres.

“Ano passado, senti que o sentido da fotografia na minha vida, seria focar em algo que sou, conheço e posso usar para passar uma mensagem pro mundo: a minha realidade de mulher gorda. Tentar ao máximo me conectar com outras mulheres que passaram pelas mesmas coisas que eu e além. Fazer com que essas mulheres se conectem a outras e juntas, passarmos uma mensagem pra quem precise ouvi-la.”

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O ensaio foi realizado em um loft bem amplo, de janelas grandes e parede de tijolinhos, ou seja, ganhou o meu coração apaixonado por decoração. ❤

Começamos uma roda de conversa, onde cada menina contava um pouco sobre um pouco sobre si. Esse momento é sem dúvidas um grande diferencial nesse projeto pois ali você conhece a vivência de cada menina e se identifica com um pouco de cada história. É o momento que você se conecta com aquele movimento e percebe que não está sozinha!

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Quem me conhece sabe que eu sou uma pessoa extremamente ansiosa e antes mesmo de combinar os detalhes do ensaio com a Mi, eu já estava super “nervosa” aguardando o grande dia. O resultado da minha ansiedade foi “fazer a exorcista” e passar mal o dia inteiro de tanto nervoso, chegando até a pensar que nem iria conseguir tirar as fotos. Fora a minha mãe, eu nunca tinha passado mal na frente de outras pessoas e as meninas foram muito maravilhosas comigo, tanto é que consegui melhorar no finalzinho da tarde.

“Quem me vê assim plena na janela nem imagina que eu vomitei o dia todinho de tanta ansiedade pelo dia de hoje!”

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Neste sete de setembro eu terminei de quebrar os padrões que ainda habitavam em mim pois sempre achei que nunca iria ter coragem de ser fotografada sem a blusa. Minha gratidão eterna à Milena e cada uma das meninas que participaram desse ensaio coletivo: Ana, Bárbara, Kika, Lu, Melina e Tamires. Vou guardar esse dia e cada uma dessas fotos com muito amor. ❤

Mais informações sobre os próximos ensaios no INSTAGRAM e no FACEBOOK da Mi.

Amazonia Live, o projeto do Rock In Rio para recuperar nossas florestas

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Amanhã começa a sétima edição do Rock In Rio, um dos maiores eventos de música e entretenimento do mundo. Além do line-up recheado de atrações incríveis, o festival é reconhecido por sua responsabilidade e sustentabilidade.

O Amazonia Live, é um projeto social lançado ano passado pelo Rock In Rio que promove um grande incentivo para a conscientização e engajamento da população para refletir sobre o futuro: “Mais do que Árvores, Vamos Plantar Esperança”.

O desmatamento das nossas florestas está cada vez mais acelerado e isso afeta diretamente o equilíbrio da natureza e do clima. Por meio da música, o festival decidiu incentivar o apoio do público às causas ambientais e se uniu com a Funbio, o ISA (meu trampo ❤ ) e a Rede de Sementes do Xingu, para restaurar as áreas desmatadas nas cabeceiras e nascentes do Xingu.

Com o objetivo de plantar 1 milhão de árvores, o plantio inaugural do projeto reuniu cerca de 50 pessoas (entre elas: indígenas, agricultores familiares, pesquisadores e parceiros) para formarem um grande mix de sementes, chamado de Muvuca, e plantarem o futuro com suas próprias mãos. Mais informações sobre o plantio.

Sete meses depois, à convite do RiR o Gusta Stockler foi conferir o processo da restauração e o crescimento das árvores plantadas, e documentou tudo em um vídeo maravilhoso.

Se você for comparecer ao festival esse ano não deixe de passar na área do Amazonia Live, para conhecer mais sobre a iniciativa e demonstrar o seu apoio às causa ambientais e ao futuro. Juntos podemos fazer a diferença, afinal como é dito aqui no trabalho: Socioambiental se escreve junto! ❤

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O melhor presente que ganhei aos 18 anos

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Faz alguns meses que fiz um desabafo aqui no blog sobre minha crise dos vinte e minhas expectativas para a vida pós 18 anos. O fato é que nem tudo são flores como a gente imagina que seria após a adolescência, tenho certeza que você achava que a sua vida seria uma completa liberdade onde você seria a estrela do próximo “Curtindo a vida adoidado” hahaha

Algo em especial mudou na minha vida depois que completei 18 anos e que se você me contasse isso antes, talvez eu duvidasse de você.

A minha vida inteira eu fui diferente e me sentia completamente diferente das outras meninas da escola. Para a minha tristeza essa diferença era tão nítida para os outros alunos que eu era excluída, motivo de piadas e perseguição.

Durante toda a minha vida eu achei que eu teria que mudar para me encaixar, ser aceita e dar um basta naquele sofrimento cotidiano. Ser diferente dói muito pois as pessoas que ainda não sabem lidar com as diferenças acham que elas estão certas e são o padrão a ser seguido e o diferente é que precisa mudar e se tornar “normal”.

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Após os meus 18 anos eu continuei sendo diferente mas algo realmente mudou dentro de mim: eu não me importava mais em ser diferente e toda a diferença que existe dentro de mim é aquilo que me torna uma pessoa única no mundo, então passei a me valorizar como pessoa e como mulher. Passei a enxergar as minhas qualidades bem mais nítidas do que qualquer “defeitinho” sequer.

A partir desse momento que troquei o “óculos” e me olhei como a Mariana da adolescência nunca tinha se visto antes: abriu-se um novo caminho na minha vida, completamente blindado a qualquer padrão que queira se impor.

Obrigada 18!

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Fotos: Milena Paulina | Olhar de Paulina

Parabéns Bernô, mas cadê o metrô?

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Nesse domingo chuvoso, de frio e neblina que a terra da garoa fina completa seus 464 anos.

Sou paulista mas meu coração é batateiro. São Bernardo é a cidade que me acolheu desde os sete anos de idade. Se tem algo que eu amava e sinto falta todos os dias da minha vida é sair da escola e poder bater perna na Marechal: fazer o caminho mais longo para, além de evitar as enormes ladeiras, poder ouvir durante o trajeto os incontáveis “dá uma olhadinha, moça?” e o “deeeentista jovem”.

É sem dúvidas um dos lugares que eu mais amo e odeio ao mesmo tempo. Quando eu digo isso, eu falo por bem. Vejo aqui um enorme potencial, não é a toa que concentramos grandes empresas automobilísticas aqui e que a cidade se tornou esse grande polo industrial. Mas é triste ver uma cidade tão grande e bonita continuar sem estruturas, sem evolução.

Além de não contar com nenhuma estação de trem ou metrô, como as outras cidades do ABC possui, nossas linhas municipais e intermunicipais são ainda mal estruturadas e muito caras.

Há bairros com muitas linhas de ônibus e há bairros que se quer existe ônibus. Às vezes até existe UMA ÚNICA LINHA e você fica no ponto por mais de uma hora e quando o dito cujo passa não há condições nem de entrar pela porta. Isso me acontece durante anos e é revoltante, cansativo.

Mais cansativo ainda, é ter que pegar um total de OITO CONDUÇÕES para trabalhar todos os dias pois a vida de todo São Bernardense é ter que pegar no mínimo duas conduções: um ônibus do seu bairro até o centro e um outro ônibus do centro para seguir em diante ao seu destino, que no meu caso é Higienópolis (São Paulo) onde eu trabalho –  então acabo pegando ainda mais duas conduções.

O fato é que são pouquíssimos os bairros em São Bernardo que contam com o privilégio das linhas intermunicipais e o atendimento das linhas municipais não deve ser atualizado por anos: os bairros se expandem, os condomínios mais cheios de apartamentos e as linhas de ônibus continuam estacionadas na garagem.

Meu bairro é enorme: possui duas grandes comunidades e uma rua cheias de condomínios. Meu condomínio possui 21 blocos, cada bloco 15 andares e cada andar 8 apartamentos. Só aqui temos uma população quase de uma cidade e nesse final de ano vão entregar mais 6 blocos aqui no condomínio. Além disso foi inaugurado um Shopping aqui próximo do meu bairro.  Adivinha quantas linhas de ônibus nós temos aqui?

É bem desesperador ver a tarifa do ônibus custar R$ 4,20 e você não enxergar melhorias, nenhuma palha ser movida em benefício dos habitantes.

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No começo desse ano eu postei nas minhas redes sociais “A vida é muito curta para morar em SBC”. Desde que me mudei pra cá vejo os grandes problemas que a cidade enfrenta com as enchentes. Foi feita uma enorme campanha, o tal do “Projeto Drenar” e com ele inúmeras promessas e uma obra interminável. As chuvas do começo desse ano foram desesperadoras e por dois dias eu não conseguia voltar pra casa de nenhuma maneira. Vendo pelo caminho várias pessoas completamente ilhadas, com suas casas e comércios cheios de água e seus carros “boiando” pelas ruas.

O meu maior desejo para São Bernardo coincide com a palavra escrita no ônibus que me trás para casa todos os dias e a palavra que levo comigo marcada no corpo: São Bernardo, eu te desejo ESPERANÇA!

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Coleção da Piccadilly para “Pés Largos”

Dizem por aí que mulher é louca por sapatos. Eu nunca consegui ser: comprar sapato sempre foi uma missão impossível pra mim, mil vezes pior do que encontrar roupa. Isso porque não basta o meu pé ser grande, ele também é largo, gordinho e com o peito do pé bem alto.

Essa é uma dificuldade que eu encontro desde pequena. Se você for ver minhas fotos quando criança eu sempre fui grande, antes mesmo de ser gorda. Minha estrutura óssea sempre foi grande então sempre usava uma numeração bem maior do que para a minha idade e isso me impediu de usar as sandálias da Sandy, All Star, etc.

Sempre me incomodei com o fato das marcas de sapatos não se preocuparem não só com a numeração mas principalmente com os os modelos e formatos de seus sapatos, afinal muita gente passa por essa chateação quando vai às compras.

A Piccadilly ouviu esse pedido. Com mais de 60 anos de mercado, a marca lança esse ano a coleção “PÉS LARGOS”, uma campanha manifesto pela diversidade dos pé, mostrando a importância de produzir calçados para todos os tipos de pés.

A numeração vai do 33 ao 41 e nesse exato momento me encontro ansiosa para ir experimentar os calçados dessa coleção, quem diria não é mesmo? Estou apaixonada por alguns modelos mas quem roubou meu coração foi a Chelsea Boot com elástico e salto médio.

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